
...e cantar livremente O que é finitude E o que perdura. Unir numa só fonte O que soube ser vale Sendo altura. HILDA HILST
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
TEUS RASTROS
terça-feira, 28 de abril de 2009
NO MEIO DA VIDA
ainda me sinto
sob o doce
balanço das lembranças...)

No meio da vida tinha uma pedra,
tinha uma pedra e um bondinho.
No meio da vida tinha outra pedra,
onde o Cristo era só carinho...
Nunca me esquecerei, na dança das horas,
no embalo dos tempos,
que a vida produz feito tessitura,
que aquelas pedras foram encantamento...
que aquelas pedras foram ternura...
( FOTOS DAQUI )
TRADUZINDO...
OPORTUNIDADE E DESCULPA
"Quem quer fazer alguma coisa,
encontra um meio.
Quem não quer fazer nada,
encontra uma desculpa."
( Cenas como esta
me emocionam profundamente!...)

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sexta-feira, 24 de abril de 2009
CRÔNICA PARA UMA TARDE DE ABRIL
( Porque a Vida pode ser suave e nos proporcionar valiosos encontros... )
( Porque sempre é tempo de acreditarmos que o Sonho é um exercício de Esperança, uma fonte de Alegria!... )
( Porque é preciso afinarmos os olhos pelo diapasão do sentimento e inundarmos a Alma de Poesia!... )
O tempo parou um pouco para descansar naqueles sorrisos. Deixou de lado o seu jeito sisudo costumeiro, molhou suas velhas barbas e também imprimiu os seus passos na areia daquela praia encantada - Vermelha de nome e especialmente bela naquela tarde.
Entrelaços e canções de querer bem subiam pelas nuvens em busca de eternidades. Gaivotas equilibristas testemunhavam o rebuliço de afeto, enquanto ondas marotas teimavam em se enroscar pelas pernas, fazendo pose molhada para fotos.
Ao fundo, um barco solitário destoava do conjunto.
É que algo especial movia a cena... uma força etérea pairava sobre tudo, sobre todos... E era impossível negar-se à vivência comum daquele momento iluminado!... Mesmo os corações desconfiados se rendiam, vestiam-se de mágica como o próprio dia. E os sonhos brincavam descalços, fazendo roda de esperança sob o pôr do sol.
Naquela tarde de abril, tudo era sinfonia, coro de delicadezas, profundidade e canção...
A vida, em torno, se fizera azul - como o céu, o mar e as almas...
(Fotos: Rose)
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