
...e cantar livremente O que é finitude E o que perdura. Unir numa só fonte O que soube ser vale Sendo altura. HILDA HILST
terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
CONTO PARA IMAGEM Nº 11
Havia, na paisagem, qualquer coisa de carícia, um sopro rústico entre o azul e o amarelo. O tempo ali talvez parasse para contar histórias de cavaleiros montados em sonhos ou até se deitasse para se entretecer com as horas. Na paisagem, a brevidade de tudo estancava, mas algo diáfano se estendia feito música!... A vida bailava entre as hastes que, em campo aberto, bordavam seu ritmo suave... Qualquer olhar desimpedido sairia dali com cestas fartas de simplicidade e beleza!... Entretanto, qualquer tentativa de expressão seria vã , porque a cena toda era um poema - daqueles que emudecem o coração...Desconheço a autoria da imagem
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
SOBRE A SAUDADE...
terça-feira, 12 de abril de 2011
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