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sábado, 17 de outubro de 2020

segunda-feira, 20 de abril de 2020

ESSENCIAL É...


Solidarizar-se!
Neste  período de isolamento social ,
decorrente da pandemia do Coronavírus,
seja sensato(a), atenda aos apelos:


"FIQUE EM CASA!"

Fonte da imagem: "Revista Bula"

quinta-feira, 24 de julho de 2014

MÉTODO AÉREO


APENAS DE PASSAGEM...


Não controlamos a vida — somos a vida.
Não controlamos a velhice, a doença nem a morte.
Passamos.



[Monja Coen]

quinta-feira, 17 de julho de 2014

DE VOOS E ASAS...



" Ótimo que tua mão ajude o voo... mas que ela jamais se atreva a tomar o lugar das asas".

 Dom Hélder Câmara

segunda-feira, 30 de junho de 2014

CADA UM


QUEM SABE?

"Quem sabe, um dia, eu, 
em mim, colha um jardim?"

MIA COUTO

terça-feira, 24 de junho de 2014

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

ESSENCIAL É...

Aprender que
"A MEDIDA DO AMOR
É AMAR SEM MEDIDA."

SANTO AGOSTINHO
Imagem de autor desconhecido

segunda-feira, 12 de março de 2012

VIDA E MISSÃO


"É preciso descobrir a vida como missão,
 para transformar a vida em missão
 e para dar a vida à missão."

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

LEITURA: UM ÓTIMO DESAFIO!

Este é um livro para bibliófilos.
"O Ano da Leitura Mágica ", de Nina Sankovitch, é o relato de um desafio que a autora propôs a si mesma, após o falecimento de sua irmã, aos 46 anos: ler, diariamente, um livro de, no máximo, 350 páginas, durante um ano! Aprender com autores diversificados foi a forma que ela encontrou para ocupar sua mente, e recuperar-se da imensa dor daquela perda.


Leia alguns trechos selecionados:

1- A RAZÃO DO PROJETO:

"Eu precisava de consolo agora. E precisava de esperança. Esperança de que, quando a vida mostra seu lado mais cruel, ela voltará a mostrar seu melhor lado.(...) Eu tentei correr, mas agora tentaria ler. Eu podia confiar na promessa de Connolly de que 'as palavras têm vida e a literatura se torna uma fuga, não da vida, e sim para dentro da vida.'
Minha leitura dos livros seria disciplinada. Sei que haveria prazer nas minhas leituras, mas precisava também me ater a um cronograma."

2- O PROJETO E SUAS REGRAS:

"Planejei começar meu projeto de um livro por dia no meu aniversário de quarenta e seis anos. Eu leria meu primeiro livro naquele dia e no dia seguinte escreveria minha primeira resenha. As regras para meu ano eram simples: eu não podia ler o mesmo autor duas vezes, não podia reler nenhum livro que já tinha lido e tinha de escrever sobre todos os livro que lesse. Eu leria novos livros, novos autores e leria livros antigos de meus escritores preferidos."

3- A BUSCA:

"Eu estava pronta - pronta para me sentar na poltrona roxa e ler. Durante anos, os livros abriram uma janela pela qual eu podia ver como as outras pessoas lidavam com a vida, suas tristezas, alegrias, monotonias e frustrações. Eu os usaria novamente para buscar empatia, orientação, amizade e experiência. Os livros me dariam tudo isso e mais. Depois de três anos carregando a verdade sobre a morte de minha irmã, eu sabia que jamais me livraria da tristeza. Eu só esperava um pouco de alívio. Esperava algumas respostas. Queria que os livros respondessem à persistente pergunta sobre o porquê de eu merecer viver. E como deveria viver. Meu ano de leituras seria minha fuga de volta à vida."

4- O RESULTADO  DO PROJETO:

"Aprendi, graças aos livros, a me apegar às memórias de todos os belos momentos e pessoas da minha vida, já que preciso dessas lembranças para me ajudar a passar pelos tempos difíceis. Aprendi a perdoar tanto a mim mesma quanto às pessoas ao meu redor, todas tentando apenas sobreviver com seus 'fardos pesados'. Sei, hoje, que o amor é uma força poderosa o bastante para sobreviver à morte e que a generosidade é a maior ligação entre mim e o restante do mundo. E o mais importante - porque hoje sei que Anne-Marie sempre estará comigo e com todos que ela amou - é que entendi o impacto duradouro que uma vida pode ter em outra, outra e outra."

"(...) A dor não é uma doença ou uma calamidade. É apenas a única reação possível à morte de uma pessoa amada e uma afirmação de quanto damos valor à própria vida, por todas as suas maravilhas, emoções, beleza e alegria.
Nossa única solução para a dor é viver. Viver olhando para trás, lembrando as pessoas que perdemos, mas também seguindo adiante com ansiedade e entusiasmo. E repassar esse sentimento de esperança e possibilidade por meio de gestos de bondade, generosidade e compaixão.
Li livros durante toda a minha vida. E, quando mais precisei lê-los, os livros me deram tudo o que pedi e mais. Meu ano de leituras me deu o espaço de que eu precisava para descobrir como viver novamente, depois de perder minha irmã. Meu ano no sanatório de livros me permitiu redefinir o que é importante para mim e o que pode ser deixado para trás. Nem todas as interrupções da vida podem ser tão intensas - nunca mais lerei um livro por dia durante uma ano -, mas qualquer interrupção da vida frenética, dos dias cheios de ocupação, pode restaurar o equilíbrio de uma vida virada de cabeça para baixo. Para algumas pessoas, essa interrupção será uma tarde fazendo tricô, ou uma semana de aulas de ioga, ou ainda uma longa caminhada com um amigo, ou um animal de estimação. Todos precisamos de espaço para deixar que as coisas se acomodem, um lugar para nos lembrarmos de quem somos e do que nos é importante, um intervalo que nos permita que a felicidade e a alegria da vida voltem à nossa consciência.

"(...) Meu hiato acabou. Minha alma e meu corpo estão curados, mas nunca abandonarei a poltrona roxa por muito tempo. Tantos livros esperando para serem lidos, tanta felicidade para ser descoberta, tanta maravilha para ser revelada."


Uma obra instigante, que nos faz repensar os próprios valores e caminhos, além de nos reafirmar a importância do livro, a sua capacidade  de ressaltar a beleza e a esperança que sempre há no cenário de nossas vidas!

sábado, 19 de novembro de 2011

SABEDORIA DA CHINA

"A alma não tem 
segredo que o comportamento 
não revele."
LAO TSÉ


sábado, 22 de outubro de 2011

SUPORTAÇÃO

( Saibamos enfrentar as metamorfoses da alma, para sairmos do estágio de larvas e adquirirmos a leveza das borboletas!....)

"Disse a flor ao Pequeno Príncipe: - É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas!"


Fragmento retirado de "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupèry




sábado, 8 de outubro de 2011

REDE

"...somos todos uma parte da teia imensurável e inseparável das relações e é nossa responsabilidade perceber as possibilidades do amanhã, pois antes de tudo somos os únicos responsáveis por nossas descobertas, nossas palavras, nossas ações, e os reflexos dos mesmos no universo em que estamos inseridos."





FRITJOF CAPRA, físico quântico.







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