quinta-feira, 3 de julho de 2008

A PROSA E O POEMA

"A PROSA não tem margens, nunca se sabe quando, como e onde parar. O POEMA não; descreve uma parábola traçada pelo próprio impulso (ritmo); é que nem um grito.
Todo POEMA é, para mim, uma interjeição ampliada;
algo de instintivo, carregado de emoção."
( MÁRIO QUINTANA )

5 comentários:

Marilac disse...

Rose,
Bela explicação sobre a prosa e o poema!
Adoro Quintana, mas não tinha ainda nenhum livro dele, coisas destes tempos modernos pois acabo lendo muito na internet, embora eu prefira mil vezes os livros impressos...
Hoje na hora do almoço,comprei meu primeiro livro dele( Quintana de bolso - Rua dos Cataventos e outros poemas) e então meu dia foi recheado de poesia!

Bjs
Marilac

Dora disse...

Olá! Achei interessante o nome do blog e vim conferir...
Sobre o post... a poesia é algo muito singular mesmo... nem precisa de muita pontuação. Você sabe que há pouco li um artigo de uma pessoa que acha que a pontuação deveria ser abolida por completo?! Em todo tipo de texto... não sei isso daria certo...mas é uma teoria dela...
Bom fim de semana.
Abraço grande.
;)

[margarida] disse...

Amo o Quintana. Papai gostava muito também, lembra?

Um beijo, Rose!!

Ela disse...

Quintana é tudo de bom!
Com ou sem definições.

Clecia disse...

Nossa! Amo Mário Quintana! Amei o paralelo entre a prosa e o poema! LIndo! Bjos!

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